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	<title>Arquivo para CORONAVÍRUS - Sinproep-DF</title>
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	<description>Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal</description>
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		<title>Governador do DF despreza vida dos professores da rede particular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diretoria de Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 14:11:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas e Avisos]]></category>
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<p>O Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (Sinproep-DF), à vista do último decreto do governador do DF, Ibaneis Rocha, que libera as aulas presenciais nas escolas particulares, o que coloca em risco à saúde de professores, alunos e comunidade escolar, vêm a público externar o seguinte:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>O Governo do Distrito Federal suspendeu as aulas nas escolas particulares no dia 12 de março de 2020 por causa da pandemia do novo coronavírus, o que trouxe a uma nova realidade para os docentes no ambiente virtual.</li></ol>



<ol class="wp-block-list" start="2"><li>O Sinproep atuou em mais de 1.500 acordos de redução e/ou suspensão de salários em função da MP 936, com o objetivo de ajudar as instituições, principalmente da educação infantil, devido à dificuldade que este setor atravessava. Sem qualquer ajuda do poder público, no momento em que vários pais cancelavam as matrículas.</li></ol>



<ol class="wp-block-list" start="3"><li>Infelizmente o GDF discriminou os docentes da rede particular, editando um decreto permitindo o retorno das aulas presenciais a partir do dia 27 de julho, diferente da rede pública, justamente no pico da pandemia. O Sinproep solicitou a mediação do Ministério Público do Trabalho (MPT), que ajuizou uma ação civil solicitando a suspensão do retorno. A solicitação foi atendida pelo juiz Gustavo Carvalho, que impediu o retorno por mais 10 dias.</li></ol>



<ol class="wp-block-list" start="4"><li>No dia 4 de agosto, a liminar foi derrubada e permitiu a reabertura das escolas. No dia 6 de agosto, tivemos uma nova suspensão concedida pelo desembargador Pedro Foltrán. O Sinepe, sindicato patronal, recorreu ao corregedor do TST, onde foi definida uma audiência de conciliação, que após duas reuniões com mais de 6h, chegou-se a um acordo, com a construção de um calendário escalonado e também mais garantias de proteção à saúde dos professores.&nbsp;</li></ol>



<ol class="wp-block-list" start="5"><li>Com o retorno escalonado definido, o Sinproep criou uma cartilha de orientação com medidas de profilaxia para os professores. Também foram realizadas lives com a diretoria jurídica, advogados e procuradores do MPT, para esclarecer as dúvidas da categoria. O Sindicato ofereceu também, de forma gratuita, o teste rápido de Covid-19 para os professores filiados, com o objetivo de garantir segurança aos docentes, inclusive dos familiares.</li></ol>



<ol class="wp-block-list" start="6"><li>No fim de janeiro de 2021 os professores da rede particular, após as férias escolares, retornaram às atividades presenciais. A diretoria do Sindicato iniciou os trabalhos de fiscalização e esclarecimentos sobre os protocolos de segurança. Na mesma semana, o Sinproep recebeu diversas denúncias de que escolas não estavam cumprindo medidas de segurança firmadas no acordo judicial em setembro do ano passado.</li></ol>



<ol class="wp-block-list" start="7"><li>No dia 28 de fevereiro iniciou lockdown no DF, as atividades educacionais presenciais em todas as creches, escolas, universidades e faculdades, das redes de ensino pública e privada foram suspensas. Porém, no dia 5 de março o governador, pressionado pelos empresários, publicou um novo decreto, no qual libera as aulas presenciais nas escolas particulares.</li></ol>



<ol class="wp-block-list" start="8"><li>No dia 9 de março, a pedido do Sinproep, aconteceu uma audiência de conciliação com o sindicato patronal, GDF e MPT para definir novos protocolos de segurança para a rede privada. Porém, na última semana recebemos diversas denúncias de professores que testaram positivo, trabalhando presencialmente. Diante disso, o Sinproep solicitou uma nova mediação do MPT.</li></ol>



<ol class="wp-block-list" start="9"><li>O Sinproep lamenta a decisão do governador, tendo em vista que a média móvel de mortes por Covid-19 na capital do país subiu para 24,86, na comparação com os últimos 14 dias de pandemia. É um aumento de 55% no número de óbitos. Nesta terça-feira (16) foram confirmadas mais 31 mortes por Covid-19 no DF. A taxa de transmissão está em 1,12, ou seja, 100 pessoas podem contaminar 112.</li></ol>



<ol class="wp-block-list" start="10"><li>O Sinproep entende que o isolamento coletivo indicado pela ciência, neste momento, é fundamental devido à ausência de leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e o aumento de casos de Covid-19 no DF, só nas últimas 24 horas foram 1.428 novos casos. Diante disso, fica claro que está sendo visto somente o lado econômico, considerando que não foi dado o mesmo tratamento à rede pública. Fica evidente a desigualdade na educação por parte do governador.</li></ol>



<ol class="wp-block-list" start="11"><li><strong>A decisão do GDF coloca professores, alunos e familiares em perigo. O Sinproep defende a imediata suspensão das atividades presenciais por 15 dias para amenizar a situação precária dos hospitais que atendem a pacientes com o vírus e neste momento encontram-se em situação de calamidade pública, com mais de 90% de leitos de UTI ocupados.</strong></li></ol>



<ol class="wp-block-list" start="12"><li><strong>O setor jurídico está buscando meios para acionar a Justiça e pedir a suspensão das atividades presenciais, tendo em vista o agravamento da pandemia no DF e o grande número de professores contaminados. Entendemos que a rede particular tem estrutura para continuar as atividades de forma remota, com qualidade, sem prejuízos pedagógicos para os alunos. </strong></li></ol>
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		<title>Audiência de conciliação define protocolo para retomada de aulas presenciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diretoria de Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 02:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
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		<category><![CDATA[CORONAVÍRUS]]></category>
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		<category><![CDATA[VOLTA ÀS AULAS]]></category>
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<p>Na tarde desta segunda-feira (24), aconteceu uma audiência de conciliação virtual para definir o retorno das atividades presenciais na rede privada do Distrito Federal. O encontro teve a participação do Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares de Ensino (Sinproep-DF), Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino (Sinepe) e Ministério Público do Trabalho (MPT).</p>



<p>Após sete horas de debate, mediado pelo desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10), Pedro Luis Vicentin Foltran, ficou acordado o seguinte cronograma:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Educação Infantil e Ensino Fundamental 1</strong> voltam em 21 de setembro, com apresentação dos professores nas escolas para treinamento nos dias 17 e 18 de setembro.</li><li><strong>Ensino Fundamental 2</strong> retorna em 19 de outubro, com apresentação dos professores nos dias 14, 15 e 16 de outubro.</li><li><strong>Ensino Médio e os Cursos Profissionalizantes</strong> retomarão as aulas presenciais em 26 de outubro, e nos dias 22 e 23 de outubro a apresentação dos docentes.</li></ul>



<p>O Sinproep e o MPT defenderam que as escolas ofereçam o exame do tipo PCR-RT para detecção de Covid-19, o Sinepe defendeu a aplicação dos testes sorológicos. O TRT pediu que os representantes aguardassem parecer técnico sobre qual a modalidade de testagem é a mais adequada e segura aos profissionais.</p>



<p>O Sinproep também defendeu a manutenção de 50% dos alunos por turma e o Sinepe pediu que fosse levada em consideração a capacidade total da sala. Por fim, venceu a posição dos professores, haverá limitação máxima de 50% dos estudantes por turma, de acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).</p>



<p>As aulas só poderão retornar se as escolas fornecerem luvas descartáveis, protetores faciais (face shields), e outros aparatos necessários para os professores, instrutores e demais profissionais que trabalham diretamente com alunos da Educação Infantil. Os gorros, jalecos e aventais serão fornecidos nas situações de alimentação e contato direto com as crianças no processo de higienização.</p>



<p>Devem ainda ser exigidos equipamentos de proteção individual (EPIs) necessários aos trabalhadores (empregados diretos ou terceirizados), obrigatórios para cada tipo de atividade, principalmente para limpeza, retirada e troca do lixo, manuseio e manipulação de alimentos ou livros e aferição de temperatura.</p>



<p>“Esse acordo só vai dar certo com treinamento, comunicação e muita escuta do professor. Porque quem melhor conhece as necessidades do seu ofício é aquele executa, o trabalhador”, destacou a procuradora do MPT, Renata Coelho.</p>



<p>Segundo a presidente do Sinproep, Karina Barbosa, é uma vitória. “O Sinproep lutou até o fim, pelo governo do Distrito Federal e o sindicato patronal as aulas já teriam iniciado há mais tempo, sem um protocolo bem elaborado e definido”, ressaltou.</p>



<p class="has-text-align-center"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/IUosY6rjczxMcVf9puEVS38S_5FIDBMonY19JbyX-nGeYZzPVwQHIS19ECjuCgjyY1YAlhef-2Iz5DLY9WcuOhLdTm4M6D8mNz04RIlTUjyeN1DEU2J6CedjcaSotFclMK63JJt3" width="602" height="339"></p>
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